Normas para Apresentação E-pôster - XX CONGRESSO BRASILEIRO DE SEXUALIDADE HUMANA

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Normas para Apresentação E-pôster

Trabalhos

NORMAS PARA ELABORAÇÃO e APRESENTAÇÃO DO  E-PÔSTER:

As apresentações dos trabalhos serão em forma de e-pôster (Tela LCD), não serão aceitos posters impressos.
O Apresentador deve estar inscrito no XX CBRSH

Cada e-pôster receberá um número de identificação, que é o mesmo número de protocolo que o trabalho recebe ao ser enviado on-line e que deverá ser informado nos painéis de apresentação.

É de responsabilidade do próprio autor/co-autor enviar o e-pôster, atendendo as normas, à Comissão Científica dentro do prazo estipulado – uma semana após o recebimento do aceite  do trabalho.

A apresentação dos painéis será realizada durante o evento em horário a local a serem divulgados em breve.  

No conteúdo do e-pôster deverá constar: título do trabalho (em destaque), nome do autor e co-autores, nome e endereço da instituição, introdução, objetivo(s), metodologia, resultado(s) e/ou conclusão(ões), ilustração(ões) e apoio financeiro.

Para acessar o modelo/ template do e-pôster, entrar dentro da Área do Participante.

Orientações para confecção e envio de e-pôsteres

Os trabalhos selecionados para a modalidade Pôster serão exibidos em totens virtuais, no formato de slide. Portanto, trata-se de pôsteres digitais (ou e-pôsteres) e não há necessidade de impressão do mesmo pela(s) autoria(s).

O arquivo do e-pôster digital deve ser criado em PowerPoint, com as seguintes especificações: 48,9 cm largura X 27,5 cm altura. Necessariamente é um slide único, em formato paisagem. Será disponibilizado posteriormente um template de pôster digital, em formato PowerPoint (PPT): No slide é necessário conter o código/ID do trabalho, o título e o(s) nome(s) da(s) autoria(s). Preferencialmente, estas informações devem estar no canto direito do slide.

Não há exigência quanto ao número de caracteres, cor ou fonte. Podem ser incluídas figuras e gráficos a critério da(s) autoria(s). A Comissão Científica orienta que os e-pôsteres contenham informações como “Introdução” ou “Descrição”, “Metodologia”, “Resultados” e/ou “Conclusões”, bem como “Referências”.

Após a criação do e-pôster em PowerPoint, o arquivo para transferência deverá ser salvo em formato JPEG, com tamanho máximo de 2MB <<ver tamanho do sistema>>. Como salvar o Powerpoint em formato JPG/JPEG:

No PowerPoint, clicar em “Salvar como”

Escolher a opção “Outros formatos” ou “Outros Tipos”

Selecionar a opção “Formato JPEG (*.jpg)”

Os pôsteres digitais devem ser submetidos à Comissão Organizadora através da área “Meus Trabalhos” dentro da sua conta no sistema do Congresso, seguindo as orientações a seguir:

Acesse a área “Meus trabalhos” dentro da sua conta de inscrição no congresso

Identifique os trabalhos com status de aprovado e clique no botão enviar arquivo (atenção ao título e ao código/ID do trabalho).

Selecione o arquivo JPG/JPEG salvo por você através do PowerPoint e clique em “Salvar arquivo”.

A imagem do e-pôster enviado aparecerá em frente ao trabalho aprovado, ao clicar na imagem miniatura ela abrirá em uma nova aba do navegador para que possa visualizar em tamanho real.

Caso haja a necessidade de correção ou substituição utilize o botão “alterar arquivo” que aparece abaixo da imagem, escolha a nova imagem no seu computador e clique em salvar arquivo.

A data limite para envio de e-pôster é 01/08/2026.

A Comissão Organizadora orienta que o participante mantenha um backup de seu e-pôster em formato JPG/JPEG em pendrive ou HD externo, caso seja necessária sua utilização.

Orientações para confecção de slides para apresentação de temas livres
A apresentação oral ocorrerá na sessão programada, na presença da pessoa moderadora da sessão de tema livre, das demais autorias e público interessado.

O tempo de apresentação de cada trabalho é de dez (10) a quinze (15) minutos. Somente será aceita a apresentação de uma pessoa autora por trabalho. Pode haver arguição de cada trabalho por parte da pessoa moderadora da sessão, com duração de até cinco (5) minutos para cada trabalho.

A apresentação deverá ser feita no formato PowerPoint, preferencialmente utilizando o template: <<Download do template para apresentação>>

O primeiro slide deve conter o título e o(s) nome(s) da(s) autoria(s). A apresentação deve seguir a sequência lógica padronizada apresentada no resumo. Os dados literários devem ser apresentados como referência bibliográfica no rodapé de cada slide em fonte tamanho 12. Para atender ao tempo de apresentação oral de temas livres, o ideal é utilizar de 5 a 7 slides.

Não há exigência quanto ao número de caracteres, cor ou fonte. Podem ser incluídas figuras e gráficos a critério da(s) autoria(s). A Comissão Científica orienta que a apresentação do PowerPoint contenha informações como: “Introdução” ou “Descrição”, “Metodologia”, “Resultados” e/ou “Conclusões”, bem como “Referências”.

Pesquisas envolvendo seres humanos ou experimentação animal devem ser previamente aprovadas pelos Comitês de Ética e Pesquisa das instituições a que estiverem vinculadas. A Comissão Científica orienta que estes dados devam constar nos slides apresentados.

A utilização de material fotográfico poderá ser feita desde que não se identifique a pessoa em tratamento ou qualquer pessoa em exposição. Além disso, é imprescindível referenciar adequadamente a fonte das imagens utilizadas, mesmo em casos de bancos de imagem, ilustrações ou fotos de domínio público, assegurando os devidos créditos e respeitando os direitos autorais.

O conteúdo dos trabalhos é responsabilidade exclusiva das autorias.

Este template apresentado para esta modalidade do Congresso pode ser utilizado em outras modalidades de atividade que pressupõem apresentações orais, tais como conferências, mesas-redondas, simpósios, entre outras.

A Comissão Organizadora orienta que a pessoa participante mantenha sua apresentação de slides em formato PPT/PPTX em pendrive ou HD externo e que, antes do início da atividade programada, procure o mídia desk para disponibilizá-la.

Políticas de Inclusão e Diversidade
A Revista Brasileira de Sexualidade Humana (RBSH) tem um comprometimento especial com políticas de inclusão e diversidade, especialmente aquelas relacionadas à diversidade sexual e de gênero, etnia, deficiência e idade. A RBSH mantém uma ampla gama de artigos que abordam a realidade e as experiências de diferentes grupos sociais, da comunidade LGBTQIAPN+ (Lésbicas, Gays, Bi, Trans, Queer/Questionando, Intersexo, Assexuais/Arromânticas/Agênero, Pan/Pôli, Não-binárias e mais), além de muitos outros artigos que tratam sobre a equidade de gênero.

A Equipe Editorial possui formações acadêmicas plurais e diversas experiências profissionais no campo da sexualidade humana. É composta por profissionais de diferentes culturas, crenças, religiões, idades e etnias em diversos gêneros e orientações sexuais e afetivas, o que demonstra o compromisso com a promoção da diversidade e a prevenção de discriminação, intolerância, perseguição, exclusão e qualquer forma de preconceito nas avaliações. Artigos que contenham perspectivas promotoras de preconceitos e discriminação, como classismo, racismo, intolerância religiosa, xenofobia, homofobia, transfobia, machismo, sexismo e/ou misoginia, serão rejeitados imediatamente. A configuração humana da Revista foi projetada para assegurar que o processo editorial seja acolhedor e respeitoso com todas as pessoas.

Para promover uma linguagem inclusiva, diversificada e livre de preconceitos na produção do seu artigo, é sugere-se, a seguir, considerações para a redação. A não adoção das orientações indicadas por esses guias, diretrizes e manuais não resultará na rejeição do artigo submetido para avaliação. No entanto, a ausência de uma linguagem não inclusiva e sensível às diversas identidades e experiências das pessoas poderá ser abordada durante o processo editorial. As considerações para a utilização de linguagem inclusiva são:

É importante que as autorias compreendam que a linguagem inclusiva é uma prática contínua e em constante evolução, portanto, é preciso adotar uma postura receptiva ao receber sugestões e correções acerca das pessoas e grupos que foram descritos no artigo. Da mesma forma que a linguagem utilizada em artigos em diferentes épocas ao longo da história da RBSH.

É fundamental que o conteúdo publicado promova reflexões críticas sobre desigualdades de gênero, idade, ascendência étnica, cultural e geográfica, cultura, religião, orientação sexual e identidade de gênero, sem insinuar superioridade de um grupo sobre outro com base nessas características. Evite linguagem que exclua ou marginalize grupos minoritários. Promova a equidade e a igualdade em suas palavras.

Evite o uso de termos com conotações pejorativas e negativas que possam perpetuar estereótipos enraizados nas desigualdades estruturais da sociedade. Seja sensível às diferenças culturais e étnicas nas palavras e expressões que você utiliza. Não assuma que certas características são inerentes a uma determinada característica.

Esteja ciente da terminologia correta e atualizada relacionada a grupos específicos e utilize-a de maneira apropriada. Por exemplo, ao se referir a pessoas com deficiência, pessoas autista, pessoas neurodiversas e às terminologias LGBTQIAPN+. Seja inclusivo em relação à diversidade etária, reconhecendo a contribuição e as experiências de todas as faixas etárias.

Recomenda-se adotar uma terminologia inclusiva de gênero. Além de evitar o uso do “masculino genérico”, é preferível optar por termos neutros. Por exemplo, em vez de “médico”, utilize “profissional de saúde”, substitua “paciente” por “a pessoa em tratamento”, “as autorias” no lugar de “os autores”. Você também pode considerar o uso de ambas as formas gramaticais de gênero, como “o/a terapeuta” ou “a educadora e o educador”. Além disso, se estiver familiarizado e confortável com o uso, pode optar por termos de gênero neutro.

É importante considerar a clareza e a legibilidade do texto ao usar gêneros gramaticais, pois o uso excessivo pode afetar a precisão da comunicação. É possível também evitar a menção do gênero gramatical quando não for necessária a identificação (por exemplo, “especialistas afirmam” em vez de “os especialistas afirmam”) ou utilizar termos coletivos (por exemplo, “o corpo docente” em vez de “os docentes” ou “a comunidade científica” em vez de “os cientistas”).

Recomenda-se consulta aos guias, diretrizes e manuais sobre o assunto:

Manual de Linguagem Inclusiva do Senado brasileiro;

Modelos de submissão CBSH

Manual de Comunicação LGBTI+ realizado da rede GayLatino e da Aliança Nacional LGBTI+;

Guia para “Linguagem Neutra” (PT-BR) por Ophelia Cassiano;


Guia de uso para uma linguagem igualitária, Universidade de Valência (Castellano);


Diretrizes para linguagem inclusiva de gênero da ONU (Árabe, Chinês, Inglês, Francês, Russo ou Espanhol);

Diretrizes sobre Equidade de Sexo e Gênero em Pesquisa (Sex and Gender Equity in Research – SAGER) (Chinês; Coreano; Espanhol; Inglês; Português; Turco; Vietnamita).

CERTIFICADOS DE APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS

Estará disponível na área interna do participante (01) certificado por trabalho apresentado, contendo o nome de todos os autores.
Os certificados estarão disponíveis no último dia do evento, mediante a apresentação presencial do e-pôster por um dos autores.



 
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